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sábado, 16 de agosto de 2008

Malho&Rijo, poucas postas, porquê?


Jovens!

Tudo bem convosco? Eu cá estou, no melhor que se consegue a esta idade, com este calor e sem ar condicionado...

O Rijo tentou agitar as águas com uma posta há dias, inquirindo os meus caros amiguinhos (nada de pedófilias por aqui...) a razão pela qual teriam Vossas Excelências abandonado um projecto que pareciam ter acarinhado tanto na altura em que a dupla Malh0&Rijo o pariu...

À pergunta a cambada respondeu em força, e eu peguei no portátil e tranquei-me na marquise para ver se percebia e conseguia ressuscitar esta merda, que mais parece o caralho do Rijo numa table dance há dias - sem resposta observável à fricção carinhosa...

Ó Crypt_keeper, é que a certa altura, meses depois, cheguei à conclusão que muita gente nem sequer fazia ideia de que o blogue é a quatro mãos, que é mantido pelos netos de uns velhotes e que é suposto ser o último bastião na blogosfera portuguesa da absoluta liberdade de expressão e o lugar em que não há assuntos tabus, desde a cona exposta à receita culinária!!!

Fico sensibilizado em saber que lia com tanto carinho as nossas memórias, que parecem não interessar a mais ninguém, nem cá em casa...

Por isso decidimos voltar à acção, caralho, e continuar a série Duas vidas separadas. Os números anteriores estão disponíveis na etiqueta "Duas vidas separadas" ali ao lado.

Como os pervertidos do costume já sabem...

Fodam e satisfaçam-se,
Grosso de Malho



domingo, 17 de fevereiro de 2008

O Provador responde aos leitores...

Amigos,

Começo por pedir desculpas pela demora em responder a todas as vossas malhadas, mas um gajo tem andado entretido e os netos também lá têm as suas coisa para fazer.

São muitos os meiles que temos recebido, além dos vossos rijos comentários, que aqui agradeço.

Vamos lá então...

"(...)quem me dera ter uns avós assim!"

Ana Lúcia Lima, Aveiro

Minha querida Ana, muito obrigado. Ficamos muito emocionados ao ver que conseguimos agradar às raparigas deste tempo.

*


"(...)obrigam todos quantos visitam este espaço a ver raparigas sempre com pouca roupa e como que a dizer: "Ai, dá-me uma palmadas no rabo e chama-me nomes!" ou até "Puxa-me os cabelos e dá-me por detrás!"

Esta é do nosso querido amigo Pintinho, o homem do malho fluorescente, um abraço...

Pois tem razão, tenho-vos obrigado a ver uma badalhocas. Mas o que é que o meu amigo quer? Eu sou assim dado ao nalgueiro e babo-me todo com elas assim. Reconheço, tem havido poucas mamas e poucas ratas.
Aqui fica o aviso: Hão-de ser cada vez mais e com menos roupa.

O Pintinho captou mesmo a essência da coisa, eu sou mesmo um cabeça de caralho e é mesmo isso que me parece que elas estão a dizer...

Como dizia uma putéfia brasileira que em tempos tive o prazer de montar: Eu gosto do amor que dói... E eu cá estou para lhes dar uma nalgadas como deve ser e arrepelar-lhe a cabeleira. Cum catano, até já estou exaltado... queres ver que... olhó gajo, olhó o gajo a crescer...

Fodam e satisfaçam-se,
Grosso de Malho.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O Provador responde aos leitores...

Ora cá estamos para continuar a dar resposta às críticas e sugestões da cambada que aqui vem malhar.


"(...) uns velhos ordinários que têm a lata de brincar com coisas sérias."

Orlando Cruz, Lalim (Lamego)


Ó Orlando, chupe aqui (tenho a mão esquerda na pissa) que é grosso!!! Não vem um burro de Espanha que lho metesse do cu até às goelas...

Coisas sérias, neste espaço, não há. E velho ordinário, pois sou sim senhor, normal como os outros. Gosto é muito de mulheres, de gajas boas, conas, cu, mamas, de fodas matinais, à tarde e pela noite dentro, com lubrificante, sem ele, com preliminares ou logo ali nas escadas.

Amigo Orlando, vá pó caralho, foda-se e vá lamber a cona pelada da sua mãe!

Quantos aos outros leitores, de facto, a posta relativa ao desaparecimento da pequena Madaleine merece-vos esclarecimentos. Cá vai...

*

Nesse dia, eu e o Rijo, depois de uma discussão no tasco habitual com o dono, que disse mandava quatro fodas numa noite sem grande esforço, decidimos ir dar um giro.
Acabámos num bar alternativo, num beco, cheio de gente ela também alternativa e de becos, muitos do bloco.
Uns quantos shots e jarros de cerveja com bagaço depois, lá nos pusemos no cavaco com um grupo de jovens comunas. A certa altura, um deles vira-se para mim:

- Ó bacano, bora fumar uma?

Era um charro. Quando éramos novos, eu e o Rijo chegámos a meter-nos na liamba, como era hábito da altura, e depois fodíamos as gajas todas malucas. Arrima-mo Arrima-mo, gritavam elas. Mas já lá vão muitos anos. Umas quantas passas e ficámos arrumados. Ao fim de um bocado estávamos todos abraçados, de lágrimas nos olhos, a cantar a Internacional... Foda-se, nem no PREC me tinha dado para isso.
Bem, o Rijo ficou mesmo muito mal, foi para casa, e com os lápis de cera da neta mais nova meteu-se a delirar. O resultado Vossa excelências já leram.

Pode parecer uma maluquice, mas no dia a seguir achámos-lhe valor. É que afinal, tanto tempo depois, e como tão bem percebeu a nossa querida Maria Piglet, sabemos tanto sobre o raptor como no primeiro dia, e tudo está em águas de bacalhau. A menina é que continua desaparecida, merda de mundo este.
A sério, estou mesmo a ver aquele gajo da PJ, o Olegário, a ler isto naquele inglês de merda.

Fodam e satisfaçam-se.
Grosso de Malho.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O Provador responde...

Iam-me caindo os olhos mas é verdade: há quem leia esta nossa aventura na rede informática mundial!

Sim, amigo Rijo, valeu a pena aderirmos a isto das novas tecnologias…

Só é pena que não tenham gostado… Quer dizer, leitores atentos, melhor dizendo, pouco ou nada atentos (coninhas desatentos!), escreveram-nos indignados. Quer dizer, mandaram-nos uns meiles ou como se chama esta porra. O meu neto trouxe-me aquilo, em letra grande e gorda, grossa, que a vista já é fraca e a merda deste governo marcou-me a operação para a ressurreição do caralho mais velho. A todos hei-de dar resposta, com tempo e com tesão. Cá vai…

“ (…) Já não bastava a altamente improvável autoria de dois senhores de idade, ainda por cima é um espaço de mau gosto e de degradação da figura feminina, que é tratada como objecto (…).”

Leonor Brejo, Ponta delgada

Improvável é o caralho do seu pai, que só fode quando Nosso Senhor quer. Estou perfeitamente disponível em ir-lhe PROVAR a minha existência e extinguir a sua inocência. Tem é de avisar com antecedência, para tomar o comprimido. E não pode ser muito tarde, que eu sou homem que madruga cedo. A sério: Apesar de info-excluídos não desprezamos o futuro. Temos quem nos ajude a ter este espaço, a quem muito agradeço, mas há-de ser objecto de uma posta à parte, ainda em preparação.

Mau gosto, não sei. Discutir gostos e tal, sinceramente, hoje não estou para aí virado.

Degradação? Fique a senhora sabendo que muito contos e euros tenho gasto com as mulheres, para as agradar e não para as degradar. Perfumezinhos, cuequinhas, restaurantes, tudo dinheiro torrado que me custou muito a ganhar… Sim, tudo para lhes ir ao pito, é verdade. Mas respeito muito as mulheres. Se quer saber, mal vejo uma imagino-me logo em cima dela!


Por fim, objectos da minha adoração, lascívia, ai isso sim. Não nego, babo-me todo com objectos destes…

Sadafa, cadela, olhó o mamilo ali a aflorar... ai... ui... ssss...