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domingo, 3 de fevereiro de 2008

Destas já não há mais... pelo menos na minha rua não temos

olha-me aquela greta... e aqueles seios perfeitos...


Ah ah ah... Pois é, a gaja pode não valer um corno como atriz, e dançar como uma desencaminhada qualquer, mas ó caralho é uma febra toda grossa, palitava-a toda, catano!!!

Destes bichos é que não há mais... pelo menos é raro vê-los por aí assim descascados. Isto a vida é uma merda: um gajo envelhece mas o desejos não. Se eu hoje delirasse com denturas, varizes e rugas estava bem na vida. Era ir pó engate no centro de dia, que esfomeadas andam elas. Mas com o que eu deliro é com gajas destas e aquele olhar, até adivinho o que está a pensar...

Até parece que a estou a ouvir em cima de mim:

- Ah Malho como és grosso, rebentas-me toda...


Fodam e satisfam-se,
Grosso de Malho.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Destes já não há mais… Marcelo Rebelo de Sousa

Falar na RTP, aos Domingos à noite, é pouco. Nos palanques é que se faz a diferença.


Juventude, estive indeciso toda a tarde a comer sandes de marmelada e a mamar um chazinho com a Purificação e com esta dúvida: Onde é que eu hei-de pôr este gajo?

Pois, este indivíduo relembra-nos a sabedoria popular de que quem fala muito pouco acerta. Mas enfim, acerta mais do que muitos e pelo menos não cala muitas verdades. Não é perfeito, mas ninguém é. E parece ter valores, respeito pelo país e pelas pessoas. Por isso, cá fica como dos melhores. Houvesse mais gente como ele, a dormir pouco, a ler muito e com interesse pela política. Talvez tivéssemos outro primeiro, que mais é primeiro dos últimos.

Fodam e satisfaçam-se,
Grosso de Malho.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Destes já não há mais… Mário Crespo

O verdadeiro Super Mário, uma bica e umas chaves.

A idade tudo nos leva: antes uma noite bem passada era andar por aí até tarde e no fim cabrar umas paredes de vinhaça, enquanto a puta espera impaciente de mãos nos bolsos. Agora chegam as seis da tarde e vou para casa, depois de uma tarde de cartadas e cavaco. Como o jantar na sala, regra geral uma pratada fumegante de cerelac a escaldar que tenho de começar pelas bordas, que neste caso estão frias, e espero pelo Jornal das nove da Sic Notícias...

E aparece aquela ninfomaníaca que traz sempre o broche/borges na boca!!!... Oh, que desilusão. Estar uma pessoa à espera da categoria e aparecer-lhe aquele espargo trombudo e mirrado.

Mas, regra geral, quem aparece é o Sir Mário Crespo, cuja competência, independência e educação, se bem que não sejam perfeitas, são do mais perto disso que há por aí. A entrevistar escritores, então, é sublime. Não engole tudo o que os ministros regurgitam e não se intimida com os podres deste país, porque sabe que nós, o POVO, estamos deste lado, prontos a dar o sangue para que gajos destes continuem a ter a liberdade de perguntar o que urge perguntar aos cabrões que não querem responder. Por isso mesmo, eis a posta.

Mário, um abraço.

À restante cambada,
Fodam e satisfaçam-se.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Destes já não há mais… Pacheco Pereira





Canalha, de pé que isto agora é coisa de respeito. Este homem é um senhor!

Se houvesse mais destes esta merda não era o nojo que está ficando. Nestas veias corre sangue do senhor D. Afonso Henriques e enquanto houver gajos destes a pátria sobreviverá a todos esses conas que nos querem anexar a esse país estranho, essa tal de Espanha Invertebrada de que falam… Descendente do melhores que este país teve, é o homem certo para dar cabo da mouralhada toda que tolhe o progresso desta nação, nascida da bravura de um povo corajoso e que estes broches todos arrastam para a sargeta…

Ó que sonho seria ter este homem como presidente, e não duvido que seria um primeiro-ministro como deve ser, mas isto quem pensa pela própria cabeça, num país de matilhas de cães medrosos, está condenado a ver o poder disputado por uma espécie particularmente raivosa de homúnculos - os políticos de terceira que para aí andam, perdão, rastejam. Mas este senhor mostra bem toda a categoria que tem no mínimo que faz.

Cá em casa as quartas-feiras à noite são sagradas e a Quadratura do círculo vista de joelhos e com vela acesa… Só é pena a irrelevância do apresentador, a barba mal semeada do senhor do PP e aquele gajo que mais parece um cartaz com uma rosa desenhada, que é o papel que ele ali está a fazer.

No público e na Sábado o que escreve não são frases, são versículos!

E diz-me o meu neto Elídio que o Grande Pacheco também tem um blogue! Nunca o visitei, mas sem dúvida que será uma coisa de excepção, como é cada gesto deste senhor…

Pacheco Pereira, abraço, continue assim rijo e a malhar nos medíocres!!!


P.P Ramalho, amigo, desculpa aquela merda do dente. Juro que não torno a beber com o estômago vazio.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Destes já não há mais... Herman José


Depois da posta anterior, não é preciso explicar muito... Este gajo é do melhor que esta merda de país pariu, e Portugal muito lhe deve... Fosse americano ou inglês era uma estrela do caralho, assim está sujeito ao enxovalho do povinho, mas há-de ficar na memória quando esses que o olham com azia estiverem nalgum tijolo de um prédio qualquer. Aqui fica a nossa homenagem...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Destes já não há mais…

Um gajo chega a uma idade e a paciência dá o badagaio. Liga-se a televisão e ao ver porcaria atrás de porcaria a embrutecer o povinho, e a suposta “elitada” que se mete no regabofe, agarro na mini que tenho na mão e lá espatifo o receptor outra vez. Quer dizer, desde que tenho o LCD deixei-me disso. Só cuspo. E na TVI tenho cuspido até ficar sem saliva… e a empregada, a Purificação, que só me emporcalha os pensamentos:

― Sô Zé, outra vez?
― Ah pois é bebé, eu não paro…

Felizmente, nestes nossos tempos de televisão de merda e impressa nojenta, há gajos rijos como já não se fazem, e gajas que os têm como se fossem homens. O De Malho & Rijo iniciará em breve um conjunto de postas dedicadas a homenagear figuras ou programas do nosso panorama mediático… Aguardem!